Estudo americano revela que a prática do jiu-jitsu brasileiro ajuda lideranças a criar ambientes mais produtivos de trabalho

Para milhares de praticantes de jiu-jitsu ao redor do mundo, o esporte não apenas garante bem-estar mental e boa forma física, mas também oferece ferramentas para o aprimoramento profissional por meio dos ensinamentos dessa milenar arte marcial. É o que diz o American Journal of Qualitative Research, que publicou um recente estudo que identificou que o jiu-jitsu auxilia na construção de relacionamentos interpessoais duradouros, além de criar um ambiente de aprendizagem que contribui para uma cultura organizacional melhor. Para João Mingo, praticante de jiu-jitsu há mais de 25 anos e faixa-preta 3º grau no esporte, e que trabalha há 15
Estudo americano revela que a prática do jiu-jitsu brasileiro ajuda lideranças a criar ambientes mais produtivos de trabalho

Para milhares de praticantes de jiu-jitsu ao redor do mundo, o esporte não apenas garante bem-estar mental e boa forma física, mas também oferece ferramentas para o aprimoramento profissional por meio dos ensinamentos dessa milenar arte marcial.

É o que diz o American Journal of Qualitative Research, que publicou um recente estudo que identificou que o jiu-jitsu auxilia na construção de relacionamentos interpessoais duradouros, além de criar um ambiente de aprendizagem que contribui para uma cultura organizacional melhor.

Para João Mingo, praticante de jiu-jitsu há mais de 25 anos e faixa-preta 3º grau no esporte, e que trabalha há 15 anos em uma das maiores empresas do mercado financeiro do mundo, o estudo reforça sua convicção de que o esporte é transformador e afirma que pratica o que aprendeu no jiu-jitsu no mercado financeiro.

“O jiu-jitsu desenvolve confiança, ensina a lidar com frustração e a entender que a evolução vem com consistência”, afirma. “São características que devem e precisam ser desenvolvidas para se atingir uma alta performance profissional”, relata.

Já para Glen Kujawski, que atua no centro financeiro de Nova York, nos Estados Unidos, a introdução ao jiu-jitsu começou tarde, quando tinha 55 anos, mas ele já vê os resultados práticos. “Estou há dois anos praticando jiu-jitsu, e já percebo que mudou minha forma de enxergar pressão, disciplina e até os desafios no trabalho”, revela. “Aprendi a permanecer calmo sob pressão, pensar com clareza em momentos difíceis e continuar evoluindo um passo de cada vez”, revela.

Não satisfeito em apenas encontrar seu próprio equilíbrio, Mingo, que também é professor de jiu-jitsu, passou a ensinar o esporte a profissionais que lidam sob pressão tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos e já vê resultados.

Em sua academia nos Estados Unidos, a TRA Jiu Jitsu, cuja sigla significa The Relentless Art, Mingo não apenas dá aulas, mas reserva um tempo para compartilhar com seus alunos alguns dos pilares da filosofia do jiu-jitsu, que são a humildade, o respeito e a disciplina.

“Meus alunos relatam que o que aprenderam por meio do jiu-jitsu os ajudam a lidar em ambientes profissionais desafiadores, exatamente quando o autocontrole e tomada de decisão sob pressão são importantes”, afirma.

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