Dólar despenca para R$ 6,04 impulsionado por inflação moderada nos EUA

Na terça-feira (14), o mercado financeiro respirou aliviado após a divulgação de dados da inflação nos EUA. O dólar comercial fechou em R$ 6,046, marcando sua segunda menor cotação do ano. A queda foi impulsionada pela inflação do produtor, que surpreendeu com números abaixo do esperado. Confira os detalhes dessa movimentação

Mercado Financeiro Respira em Dia de Alívio com Queda do Dólar

No fechamento desta ⁣terça-feira (14), o ⁤cenário econômico mostrou sinais de alívio após a divulgação da inflação ao produtor nos estados Unidos. Com isso, o dólar alcançou sua⁤ segunda menor cotação do ano, enquanto a bolsa registrou ​uma leve valorização.

A moeda americana foi​ comercializada a R$ 6,046, refletindo uma ‍diminuição de ‍R$ 0,052,‍ ou 0,85%. ‌Inicialmente,⁤ o valor do dólar apresentava estabilidade, mas logo caiu ao saber que a inflação​ ao produtor nos EUA ficou abaixo das previsões do mercado. A moeda finalizou perto​ das mínimas do dia.

Esse desempenho revelou uma queda acumulada de 2,14% ⁢no ano de 2025, atingindo o menor patamar desde 9 de ​janeiro.

Por outro lado, o índice Ibovespa,‍ que ⁢representa as ações da B3, encerrou⁢ a sessão em ⁢119.299 pontos,subindo ⁤0,25%. O ‌dia foi marcado por volatilidade, com⁢ o ⁣índice oscilando entre altas e baixas antes‍ de se estabilizar, impulsionado principalmente​ pelo desempenho de mineradoras e instituições​ financeiras.

Considerando que o‍ Congresso está em recesso e‍ não existem notícias de ⁤impacto⁢ imediato sobre a economia brasileira, o mercado orientou-se pelas tendências internacionais. Recentemente,a ​inflação ao produtor nos ⁤Estados Unidos foi de 0,2% em dezembro,inferior ao esperado pelos analistas.

Uma inflação abaixo do previsto pode abrir ⁢espaço ​para cortes nas taxas de juros pelo Federal Reserve (Fed) ainda neste semestre. Na semana passada, os dados sobre a criação de empregos nos EUA superaram as expectativas, ⁢o que inicialmente havia aumentado a incerteza sobre possíveis cortes antes do meio do ano. quando bancos centrais de países desenvolvidos reduzem juros, há uma​ tendência de migração de capitais para mercados emergentes, como o Brasil.

Leia‌ o artigo completo aquiTexto originalmente publicado por⁢ AcheiUSA

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