África é muito maior do que os mapas mostram — e há uma campanha exigindo correção

Um movimento liderado por organizações africanas está ganhando força ao reclamar que os mapas tradicionais, baseados na projeção de Mercator, distorcem gravemente o tamanho real da África, fazendo o continente parecer muito menor. Para ilustrar, mais de 14 Groenlândia cabem no espaço ocupado pela África na vida real, segundo comparações geográficas. A campanha “Correct The Map” defende que o mapa tradicional seja substituído pela projeção Equal Earth, criada em 2018, que apresenta os continentes em proporções mais fiéis. A União Africana, reunindo 55 países, deu apoio oficial à iniciativa em meados de agosto de 2025, marcando um passo significativo para
África é muito maior do que os mapas mostram — e há uma campanha exigindo correção

Um movimento liderado por organizações africanas está ganhando força ao reclamar que os mapas tradicionais, baseados na projeção de Mercator, distorcem gravemente o tamanho real da África, fazendo o continente parecer muito menor. Para ilustrar, mais de 14 Groenlândia cabem no espaço ocupado pela África na vida real, segundo comparações geográficas.

A campanha “Correct The Map” defende que o mapa tradicional seja substituído pela projeção Equal Earth, criada em 2018, que apresenta os continentes em proporções mais fiéis. A União Africana, reunindo 55 países, deu apoio oficial à iniciativa em meados de agosto de 2025, marcando um passo significativo para alterar a forma como as gerações futuras percebem a África.

Especialistas chamam atenção para o impacto simbólico e pedagogicamente prejudicial da projeção de Mercator, que reforça uma visão eurocêntrica ao inflar visualmente regiões como Europa e América do Norte. A busca por uma representação cartográfica mais justa faz parte de um movimento maior para descolonizar percepções globais e valorizar o verdadeiro significado geográfico, cultural e político da África.

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