Polilaminina: quem é a pesquisadora brasileira que devolve esperança a paraplégicos e tetraplégicos

A pesquisadora brasileira Tatiana Coelho de Sampaio, que desenvolveu a polilaminina, já é apontada nas redes como a mulher do ano e Nobel de Medicina pela pesquisa com proteína que ela desenvolveu e está devolvendo os movimentos e levando esperança a pacientes paraplégicos e tetraplégicos. Tatiana, que é bióloga da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e estudou em vários países, desenvolveu um medicamento experimental à base de proteínas da placenta capaz de regenerar nervos e reverter lesões medulares e pelo menos 16 brasileiros já conseguiram na justiça o direito de receber a injeção. Cinco recuperaram os movimentos. Veja
Polilaminina: quem é a pesquisadora brasileira que devolve esperança a paraplégicos e tetraplégicos
A pesquisadora brasileira Tatiana Coelho de Sampaio, que desenvolveu a polilaminina, já é apontada nas redes como a mulher do ano e Nobel de Medicina pela pesquisa com proteína que ela desenvolveu e está devolvendo os movimentos e levando esperança a pacientes paraplégicos e tetraplégicos.

Tatiana, que é bióloga da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e estudou em vários países, desenvolveu um medicamento experimental à base de proteínas da placenta capaz de regenerar nervos e reverter lesões medulares e pelo menos 16 brasileiros já conseguiram na justiça o direito de receber a injeção. Cinco recuperaram os movimentos. Veja abaixo.

A pesquisadora trabalhou 25 anos nesse estudo impressionante, que está sendo considerado uma inovação mundial, e que teve a fase 1 da pesquisa clínica aprovada pela Anvisa, para comprovar a segurança e eficácia do tratamento.

Dorme pouco e não tem redes sociais

Tatiana Coelho de Sampaio tem 59 anos, mãe de dois filhos biológicos e abriga na casa dela uma jovem órfã de pai e mãe, que foi separada da irmã quando ainda era jovem, e vivia no Maranhão.

Loira, esguia e com forte sotaque do Rio de Janeiro, ela contou que dorme apenas 6 horas por noite porque tem muito o que fazer e que não tem redes sociais:

“Acho que Instagram é uma coisa que mobiliza muito a pessoa, né? Você fica muito envolvido com fofoca e tem expectativas irreais sobre o mundo, sobre as pessoas. Prefiro a vida real. Viver sempre será minha primeira opção”, disse.

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A polilaminina atua como uma “cola biológica” para ajudar a regenerar axônios danificados na medula espinhal.

O composto é injetado diretamente no local da lesão medular.

E o tratamento, em parceria com o laboratório brasileiro Cristália, está sendo considerado um avanço inédito porque pelo menos 5 pacientes voltaram a se mexer após a aplicação.

Pacientes que voltaram a se mexer

O 1º paciente a receber a aplicação, Luiz Fernando Mozer, de 37 anos, sofreu lesão medular em um acidente durante uma apresentação de motocross, no Espírito Santo. Menos de 48h após a aplicação, ele passou a relatar sensibilidade nos membros inferiores e conseguiu contrair músculos da coxa e da região anal.

O 2º paciente, de 35 anos, tratado em um hospital do Rio após uma queda de moto, apresentou leve movimento do pé e sensibilidade em partes das pernas. Ambos os procedimentos foram realizados pelo neurocirurgião Bruno Alexandre Côrtes, do Hospital Municipal Souza Aguiar.

O 3º foi Bruno Drummond de Freitas, de 31 anos, diagnosticado com tetraplegia, que voltou a andar.

O 4º foi Diogo Barros Brollo, de 35, que ficou paraplégico no Rio de Janeiro, mexeu o pé depois de usar a polilaminina,

E o 5º é um jovem de 24 anos que sofreu acidente numa cachoeira do Espírito Santo.

Quando chega ao mercado

Tatiana é do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ e chefia uma equipe de 15 pessoas que trabalham na pesquisa.

O tratamento promissor agora depende da autorização da Anvisa para chegar ao mercado

O investimento para que o medicamento chegue nas prateleiras das farmácias gira em torno de R$ 28 milhões.

Com a polilaminia, Tatiana Sampaio trouxe esperança a pacientes paraplégicos e tetraplégicos. - Foto: Andressa Guerra

Com a polilaminia, Tatiana Sampaio trouxe esperança a pacientes paraplégicos e tetraplégicos. – Foto: Andressa Guerra

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