Mulher “adota” idosa viúva que mudou de cidade sozinha: “anjos existem”

Uma mulher decidiu ajudar e acompanhar uma idosa viúva que havia acabado de chegar a um novo estado, após atravessar os Estados Unidos sozinha. O encontro entre as duas aconteceu por acaso, em um supermercado, e deu início a uma rede de apoio para garantir condições básicas de recomeço. A idosa, Lois Mayo, de 80 anos, saiu da Califórnia com destino ao Tennessee sem planejamento detalhado. A mudança foi motivada pelo interesse na cultura local e pela busca por um novo ambiente após a perda do companheiro. Sem moradia definida ao chegar à cidade de Murfreesboro, Lois encontrou apoio de
Mulher “adota” idosa viúva que mudou de cidade sozinha: “anjos existem”
A mulher ajudou a idosa viúva, que decidiu mudar de vida e trocar de cidade após a perda do companheiro. - Foto: YouTubeUma mulher decidiu ajudar e acompanhar uma idosa viúva que havia acabado de chegar a um novo estado, após atravessar os Estados Unidos sozinha. O encontro entre as duas aconteceu por acaso, em um supermercado, e deu início a uma rede de apoio para garantir condições básicas de recomeço.

A idosa, Lois Mayo, de 80 anos, saiu da Califórnia com destino ao Tennessee sem planejamento detalhado. A mudança foi motivada pelo interesse na cultura local e pela busca por um novo ambiente após a perda do companheiro.

Sem moradia definida ao chegar à cidade de Murfreesboro, Lois encontrou apoio de uma funcionária do comércio local, que passou a ajudar com hospedagem temporária, arrecadação de recursos e reorganização da vida na nova cidade. E daí, sem elas perceberem, foi surgindo uma amizade linda.

Mudança

Lois deixou a Califórnia com destino ao Tennessee sem ter visitado o estado anteriormente. Segundo entrevista à imprensa local, a decisão foi baseada  na vontade da idosa em conhecer a região pelas referências culturais.

A viagem durou cinco dias e foi feita de carro, sem roteiro estruturado. “Eu sabia que a rodovia I-40 me levaria até lá”, afirmou. Durante o trajeto, Lois utilizou recursos próprios, incluindo o último pagamento da aposentadoria.

Ao chegar à cidade de Murfreesboro, a idosa não tinha moradia garantida. A possibilidade de passar a noite no carro chegou a ser considerada enquanto buscava alternativas.

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A situação começou a mudar após Lois ir até uma loja do Walmart local Lois. Foi quando a idosa conheceu Paris Barnes, funcionária do estabelecimento.

A interação inicial evoluiu para uma conversa mais longa, em que Lois explicou a própria situação. “Acho que era para a gente se encontrar”, disse Paris. “De alguma forma, eu precisava ajudar.”

A partir disso, Paris organizou uma hospedagem temporária em um hotel e criou uma campanha online para arrecadar recursos destinados às despesas iniciais.

Reconexão familiar após perda de contato

Durante o deslocamento entre estados, Lois perdeu contato com o filho. Quando soube da situação Paris, iniciou uma busca para localizá-lo.

Segundo relato, foram aproximadamente 24 horas de tentativas até encontrar um perfil antigo em rede social. Com apoio de um departamento de polícia, foi possível restabelecer a comunicação entre mãe e filho.

O filho não tinha informações sobre a mudança e vinha tentando contato. Após a reconexão, passou a oferecer suporte dentro das possibilidades.

Permanência no novo estado

Mesmo com a possibilidade de retornar, Lois informou que pretende permanecer no Tennessee. De acordo com Paris, a idosa demonstrou interesse em se estabelecer na região.

Atualmente, Lois segue hospedada em um hotel enquanto busca moradia definitiva. A renda limitada e as filas para habitação acessível são obstáculos no processo de adaptação.

A campanha de arrecadação já reuniu mais de 10 mil dólares, valor que tem sido utilizado para despesas básicas, como hospedagem, alimentação e cuidados médicos.

Apoio contínuo

Paris segue acompanhando o caso e organizando formas de apoio para garantir estabilidade à idosa. O objetivo é viabilizar moradia, acesso a serviços de saúde e itens essenciais.

“Acredito que as pessoas são chamadas a ajudar umas às outras em determinados momentos”, afirmou. A iniciativa também mobilizou outras pessoas da comunidade local.

Lois, por sua vez, mantém a decisão de seguir no novo estado. “Sinto que posso conhecer pessoas novas”, disse. Em outra fala, resumiu a experiência de forma direta: “A vida começa aos 80”.

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