Levantamento aponta imigrantes como “espinha dorsal” da economia dos EUA

Estatistas do “Gabinete Orçamental do Congresso” – agência oficial independente –, evidencia a importância da mão de obra de imigrantes, o que potencializa os EUA no âmbito econômico mundial. São a “a espinha dorsal” do país Da Redação – De acordo com levantamento do “Gabinete Orçamental do Congresso” – agência oficial independente –, os EUA

Estatistas do “Gabinete Orçamental do Congresso” – agência oficial independente –, evidencia a importância da mão de obra de imigrantes, o que potencializa os EUA no âmbito econômico mundial. São a “a espinha dorsal” do país

Da Redação – De acordo com levantamento do “Gabinete Orçamental do Congresso” – agência oficial independente –, os EUA dependem da mão de obra de imigrantes, o que potencializa o país no âmbito econômico mundial. São os imigrantes “a espinha dorsal”, o motor que move a máquina e do qual dependem muitos setores essenciais, dizem os especialistas. Portanto, a recuperação da imigração impulsionará a economia dos EUA em cerca de sete bilhões de dólares durante a próxima década.  

Segundo estudo da “Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA)”, se os latinos que vivem nos EUA fossem um país, seriam a quinta maior economia do mundo, atrás de EUA, China, Japão e Alemanha.

Esta previsão não impediu que a imigração fosse utilizada como arma durante a campanha para as eleições de novembro, que serão disputadas pelo presidente democrata Joe Biden, candidato à reeleição, e pelo seu antecessor republicano, Donald Trump. O republicano, no entanto, ameaça deportação em massa se regressar à Casa Branca porque considera que os imigrantes “envenenam o sangue da nação”.

Os EUA poderão viver sem eles, apesar do envelhecimento da população? Na verdade, diz a agência, “são a alma” do país, porque deles dependem muitas indústrias como a alimentação, os serviços, a construção, a agricultura, a saúde.

Justin Gest, cientista político e professor da “George Mason University”, enfatiza que a força de trabalho dos imigrantes, “tem relativa importância, mesmo com um efeito crítico em todo o país”, onde vivem cerca de 11 milhões de migrantes em situação irregular, acrescenta.

Se os imigrantes parassem de trabalhar, “seria absolutamente cataclísmico em algumas indústrias e teria um efeito dominó que afetaria toda a economia”, acrescenta Heidi Shierholz, presidente do “Instituto de Política Econômica”. Ainda assim, as sondagens mostram que os americanos estão cada vez mais preocupados com a imigração.

Os apoiantes do Partido Republicano, atribuem a culpa do afluxo de imigrantes à política de Biden: mais de sete milhões interceptados após cruzarem ilegalmente a fronteira com o México durante o seu mandato, segundo dados oficiais. E o democrata endureceu a sua política de imigração, impondo condições de entrada, com intuito acelerar as expulsões daqueles que não cumprem as exigências do país.

O “Departamento do Trabalho” alega que, “Os Estados Unidos beneficiam da mão-de-obra abundante que atravessa a fronteira, cria um problema político interno e nem todos os que atravessam a fronteira contribuem com algo positivo para a economia, mas oferece uma vantagem comparativa”, reconheceu a diretora do “Fundo Monetária Internacional”, Kristalina Goergieva.

Mercado de trabalho

Deixando de lado as lutas partidárias, os especialistas do “Gabinete Orçamental do Congresso” reconhecem as múltiplas contribuições dos imigrantes para a economia. Um mercado de trabalho como o dos EUA depende dos imigrantes porque “eles estão entre as forças de trabalho mais flexíveis, móveis e versáteis do país.”

Contribuem para controlar a inflação, outra das grandes preocupações dos eleitores. Sem trabalhadores estrangeiros, “o custo do trabalho aumentará e os salários poderão aumentar, levando a pressões inflacionárias que farão com que os preços subam para todos os americanos”, aponta o levantamento.

 “Eles também são mais empreendedores, embora “nem todas as empresas comandadas por imigrantes sejam bem-sucedidas, em média, contribuem desproporcionalmente para a economia”. Quase 25% dos novos negócios abertos em 2021 nos EUA pertenciam a latinos, segundo o “Departamento do Tesouro”.

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