Disney World perde 45 funcionários devido à polêmica política de deportação de Trump

A recente decisão da Suprema Corte dos EUA permitiu ao governo Trump reverter as proteções de deportação temporária de milhares de venezuelanos. Como resultado direto, a Disney anunciou que 45 funcionários, afetados por essa política, foram colocados em licença não remunerada, gerando preocupações sobre possíveis demissões. A situação destaca os impactos da política no setor de entretenimento

A Suprema⁤ Corte dos EUA tomou ‍uma decisão na ⁣última segunda-feira (19) que pode⁤ levar à revogação das proteções⁢ temporárias contra deportação⁢ para milhares de venezuelanos, uma ⁢medida ⁣apoiada⁣ pelo governo Trump.

Como resultado imediato dessa⁤ decisão, a‍ Disney anunciou que 45 de seus colaboradores afetados pela nova​ política⁤ entrarão em licença ⁤sem remuneração, mas ainda com‌ benefícios,‍ durante 30‌ dias a ​partir de 20⁤ de maio.

Esses funcionários foram⁢ informados de​ que, caso não consigam apresentar uma nova autorização de trabalho válida⁣ ao término desse período, enfrentarão a demissão. A ‌maior parte desses empregados ⁤desempenha funções nos parques “Walt Disney World”, situados em Orlando, ‌Flórida.Um‌ porta-voz ⁣da Disney comentou: “Estamos enfrentando a complexidade desta situação e, por isso, decidimos suspender, ⁤temporariamente, os⁤ empregados afetados, mantendo seus benefícios ​para ‌evitar possíveis violações legais.”

“Nossa prioridade é assegurar a saúde, segurança ‍e bem-estar⁣ de todos os‍ nossos colaboradores,⁢ especialmente aqueles que estão lidando ​com as instabilidades das políticas de​ imigração e o‌ impacto que isso pode ter em suas vidas⁤ e nas de suas famílias,” completou.

No mesmo dia, a Suprema Corte deu sinal verde para que o governo de‍ Donald Trump avance na⁣ revogação de um programa assistencial, denominado Status de Proteção Temporária (TPS), que garante abrigo a vários migrantes. Essa mudança, ⁢segundo especialistas em imigração, poderá aumentar o número de indivíduos sob risco de deportação. A decisão foi amplamente criticada por ⁢defensores dos direitos dos imigrantes, que veem isso como um retrocesso nas garantias de proteção.

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