O estudo foi publicado em 2025 na revista científica Metabolism: Clinical and Experimental. Os cientistas analisaram como a doença se desenvolve dentro do organismo, focando em mecanismos que controlam o acúmulo de gordura no fígado.
Durante os testes, a vitamina B3 apareceu como uma possível aliada. Ela mostrou efeito sobre um desses mecanismos, ajudando o fígado a voltar a funcionar de forma mais equilibrada.
Os pesquisadores, liderados por Yo Han Lee, identificaram uma molécula chamada miR-93 como peça importante no desenvolvimento da gordura no fígado.
Essa molécula funciona como um tipo de regulador dentro das células. Quando está em níveis altos, ela acaba atrapalhando o funcionamento normal do fígado.
Segundo o estudo, isso pode levar a:
Quando essa molécula diminui, o fígado responde melhor
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Nos testes feitos em laboratório, os cientistas reduziram os níveis do miR-93 para ver o que acontecia.
O resultado foi uma melhora clara em vários pontos:
Menos gordura acumulada no fígado Melhor resposta do corpo à insulina Funcionamento mais equilibrado do órgão Já quando a molécula estava em excesso, os problemas aumentavam. Isso ajudou a confirmar que ela tem um papel direto na doença.
Onde entra a vitamina B3
Na tentativa de encontrar uma solução prática, os pesquisadores testaram cerca de 150 substâncias já conhecidas na medicina.
Entre elas, a vitamina B3, também chamada de niacina, chamou atenção.
Ela apresentou três efeitos principais:
Redução do miR-93 Aumento da atividade do gene SIRT1 Melhora no processamento de gordura pelo fígado Na prática, isso fez o fígado trabalhar de forma mais eficiente.
Por que isso pode facilitar o tratamento
Um ponto importante é que a vitamina B3 já é usada há bastante tempo, principalmente para controlar gordura no sangue.
Isso pode ajudar no avanço das pesquisas, já que se trata de uma substância conhecida.
Os cientistas apontam algumas possibilidades:
Uso mais rápido em novos tratamentos Combinação com outras terapias Maior acesso, por ser uma opção já disponível O que ainda falta saber
Apesar dos resultados, os testes ainda não foram feitos em pessoas. Por isso, os pesquisadores dizem que é preciso avançar para estudos clínicos.
Essa etapa vai mostrar se o efeito observado em laboratório também acontece no corpo humano, além de indicar a dose adequada e a segurança do uso.
Mesmo assim, o estudo ajuda a entender melhor como a gordura no fígado se desenvolve e abre caminho para novas formas de tratamento usando recursos já conhecidos.


Apesar dos resultados, os testes ainda não foram feitos em pessoas. – Foto: Pixabay
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