

O nome da empresa a que nos referimos é Synchron, e seu chip é único em sua abordagem, pois não requer cirurgia cerebral aberta. Seu principal paciente, Mark, é um homem que vive com ALS (Amyotrophic lateral sclerosis), e ele diz que o recurso lhe poupou tempo e energia, e lhe permite escolher como se comunicar efetivamente por meio da plataforma.
“A generativa IA está pegando inputs do mundo digital, gerando prompts, e nos então estamos do outro lado. Nossos modelos de aprendizado profundo estão fazendo previsões sobre o que o cérebro quer fazer, então a BCI é o porto de escolha, restaurando a autonomia na tomada de decisões”, disse o Dr. Tom Oxley, CEO da Synchron.


Essa nova integração não só resulta em tempos mais rápidos nas respostas, velocidades de conversação mais naturais e a capacidade de interagir com mensagens de texto, mas também permite que a Synchron leve som, imagem e vídeo aos seus usuários para experiências multimodais, que seria justamente “múltiplos modelos de comunicação” nos próximos meses e anos.
Enquanto a Synchron usa o ChatGPT para melhorar a comunicação para pessoas com paralisia com seu chip não cirúrgico, a NeuroLink, de Elon Musk, trabalha em implantes cerebrais mais invasivos que estimulam a atividade cerebral e a recuperação motora. Agora podendo se dizer em competição, as empresas estão na disputa para anunciar quem tem os melhores resultados e isso só o futuro nos dirá.
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