Quem compra a primeira casa nos EUA agora é mais velho: média de idade chega a 40 anos

Nos últimos 34 anos, a idade média de quem compra a primeira casa nos Estados Unidos subiu de 28 para 40 anos, segundo a National Association of Realtors (NAR). Nos últimos quatro anos, essa alta foi ainda mais acentuada, passando de 36 para 40 anos. O aumento da idade reflete que muitos compradores estão adiando ou até desistindo da compra da primeira casa. Somente 21% das transações envolvem compradores de primeira viagem, o menor percentual já registrado. Preços altos, taxas de financiamento mais caras e dificuldade de juntar o valor da entrada são alguns dos fatores que mantêm os mais
Quem compra a primeira casa nos EUA agora é mais velho: média de idade chega a 40 anos

Nos últimos 34 anos, a idade média de quem compra a primeira casa nos Estados Unidos subiu de 28 para 40 anos, segundo a National Association of Realtors (NAR). Nos últimos quatro anos, essa alta foi ainda mais acentuada, passando de 36 para 40 anos.

O aumento da idade reflete que muitos compradores estão adiando ou até desistindo da compra da primeira casa. Somente 21% das transações envolvem compradores de primeira viagem, o menor percentual já registrado. Preços altos, taxas de financiamento mais caras e dificuldade de juntar o valor da entrada são alguns dos fatores que mantêm os mais jovens fora do mercado.

Quem ainda consegue comprar chega mais preparado financeiramente: entradas maiores, segurança econômica e, em alguns casos, a possibilidade de ofertas à vista. Atualmente, cerca de 26% das compras são pagas totalmente em dinheiro.

Especialistas do setor financeiro e imobiliário apontam que a tendência indica uma grande mudança no perfil do comprador: ele entra mais tarde no mercado, mas com condições mais sólidas para fechar negócio, enquanto muitos jovens ainda esperam ou lutam para comprar a primeira casa.


Confira o link original do post
Matéria original por AcheiUSA

Todas as imagens são de autoria e responsabilidade do site acima.

Veja também

Venezuela: a soberania sob custódia dos EUA

Venezuela: a soberania sob custódia dos EUA

O mundo acordou espantado. Não porque a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela fosse impensável. Os sinais vinham se acumulando havia meses. O choque veio do modo como tudo foi feito e, sobretudo, do que foi dito depois. A captura de Nicolás Maduro e de sua mulher, o sequestro de

VFB Insurance: há 15 anos protegendo famílias nos EUA

VFB Insurance: há 15 anos protegendo famílias nos EUA

Há mais de 15 anos, a VFB Insurance tem sido referência quando o assunto é proteção, cuidado e planejamento de vida para famílias que escolheram os Estados Unidos como lar. Guiada pela expertise, sensibilidade e propósito da nossa CEO, Veronica F. Braga, nos tornamos uma marca que não apenas vende

O barulho dos chinelos e o silêncio dos bilhões

O barulho dos chinelos e o silêncio dos bilhões

O Natal de 2025 pegou o Brasil discutindo menos o presépio e mais um par de chinelos. A frase da atriz Fernanda Torres no comercial de fim de ano das Havaianas, pedindo que as pessoas não comecem 2026 “com o pé direito”, mas “com os dois pés”, virou combustível imediato

Venezuela: a soberania sob custódia dos EUA

Venezuela: a soberania sob custódia dos EUA

O mundo acordou espantado. Não porque a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela fosse impensável. Os sinais vinham se acumulando havia meses. O choque veio do modo como tudo foi feito e, sobretudo, do que foi dito depois. A captura de Nicolás Maduro e de sua mulher, o sequestro de

VFB Insurance: há 15 anos protegendo famílias nos EUA

VFB Insurance: há 15 anos protegendo famílias nos EUA

Há mais de 15 anos, a VFB Insurance tem sido referência quando o assunto é proteção, cuidado e planejamento de vida para famílias que escolheram os Estados Unidos como lar. Guiada pela expertise, sensibilidade e propósito da nossa CEO, Veronica F. Braga, nos tornamos uma marca que não apenas vende

O barulho dos chinelos e o silêncio dos bilhões

O barulho dos chinelos e o silêncio dos bilhões

O Natal de 2025 pegou o Brasil discutindo menos o presépio e mais um par de chinelos. A frase da atriz Fernanda Torres no comercial de fim de ano das Havaianas, pedindo que as pessoas não comecem 2026 “com o pé direito”, mas “com os dois pés”, virou combustível imediato