

No vídeo, o garotinho aparece caminhando, com uma mochila nas costas, falando da qualidade da merenda servida na escola em que ele estuda. “De novo meu prefeito? Mugunzá com canela no lanche. Isso não enche não”, dizia o menino.
O vídeo, publicado pelo próprio aluno, ultrapassou 1,5 milhão de visualizações. A repercussão levou o prefeito a responder ao estudante e propor uma conversa com uma nutricionista para explicar como funciona a definição das refeições na rede municipal.
‘Pode não, meu prefeito’
O estudante, conhecido como Arthur Tricolor, publicou um vídeo direcionado ao prefeito com críticas ao cardápio servido na escola. Na fala, ele comenta a repetição de preparações e pede alternativas que, na visão dele, seriam mais adequadas para o lanche.
“Tem que colocar um lanche de respeito .. macarrão com galinha, cuscuz com ovo ou até mesmo coxinha”, disse o menino. Em um segundo vídeo, Arthur prepara um cardápio para a semana toda e diz que agora o prefeito não tem mais desculpas. Muito fofo!
O conteúdo circulou rapidamente nas redes sociais e gerou comentários sobre a alimentação escolar, especialmente em relação à variedade e à aceitação dos pratos pelos alunos.
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Após a repercussão, o prefeito respondeu ao vídeo e convidou o estudante para uma conversa com uma nutricionista da rede municipal. A proposta, segundo ele, é explicar os critérios usados na elaboração do cardápio.
“A gente vai conversar, eu, você e a nutricionista para ela explicar como é a alimentação, para a gente fazer do jeito certo”, afirmou.
O prefeito também destacou que alimentos como salgados e refrigerantes podem aparecer em ocasiões específicas, como eventos ou datas comemorativas, mas não fazem parte da rotina diária da merenda.
Cardápio escolar segue orientações técnicas
A alimentação oferecida nas escolas públicas é definida com base em orientações nutricionais, que levam em conta necessidades específicas de crianças e adolescentes. O objetivo é garantir refeições equilibradas, com combinação de carboidratos, proteínas e outros nutrientes.
Itens como mungunzá, por exemplo, fazem parte de preparações tradicionais e podem ser incluídos por seu valor energético e cultural. Ainda assim, a aceitação dos alunos é um fator considerado pelas equipes responsáveis.
A conversa proposta pela prefeitura deve abordar justamente esse equilíbrio entre orientação técnica e preferência dos estudantes.
De toda forma, o protesto do Arthur vem dando certo e João Campos está disposto a dar uma merenda com mais “sustância” para os alunos.
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