Juíza rejeita outra tentativa de Trump de encerrar o caso de invasão ao Capitólio

A juíza federal Tanya Chutkan rejeitou no sábado outro pedido do ex-presidente e candidato republicano, Donald Trump, para arquivar o processo contra ele pelo ataque ao Capitólio em 2021, alegando desta vez ser vítima de perseguição por parte da Administração Joe Biden e marcou uma audiência para 16 de agosto. A defesa do magnata nova-iorquino

A juíza federal Tanya Chutkan rejeitou no sábado outro pedido do ex-presidente e candidato republicano, Donald Trump, para arquivar o processo contra ele pelo ataque ao Capitólio em 2021, alegando desta vez ser vítima de perseguição por parte da Administração Joe Biden e marcou uma audiência para 16 de agosto.

A defesa do magnata nova-iorquino tinha apresentado artigos de imprensa que relatavam a frustração do presidente Joe Biden pela lentidão com que avançavam os processos judiciais contra Trump e que, na opinião do republicano, demonstravam que este foi acusado por motivos políticos.

“Não há indicação de que o presidente Biden alguma vez tenha feito tais comentários ao Procurador-Geral ou ao Departamento de Justiça, muito menos que tais comentários resultaram em ações com motivação política”, concluiu Chutkan num documento judicial no qual negou o pedido de Trump.

O republicano é acusado no tribunal federal do Distrito de Columbia de ter conspirado para reverter os resultados das eleições de 2020 em que perdeu para Biden e de ter instigado o assalto ao Capitólio em janeiro de 2021 para travar a transição de poderes.

O caso regressou na sexta-feira às mãos do juiz Chutkan depois de ter ficado parado durante oito meses porque Trump recorreu ao Supremo Tribunal argumentando que tem imunidade de processo por ter sido presidente.

O Supremo Tribunal decidiu no mês passado que os ex-presidentes têm imunidade para “atos oficiais” realizados quando estavam no poder, deixando aos tribunais inferiores determinar se o que Trump fez após a eleição fazia parte das funções do cargo do presidente.

O caso de invasão ao Capitolio é uma das quatro acusações criminais que pesam sobre Trump. Em maio foi declarado culpado em New York de falsificar registros comerciais, mas não se sabe a sentença.

Na Geórgia, é acusado de liderar uma trama mafiosa para tentar revertir os resultados eleitorais de 2020 nesse estado e na Flórida, estava acusado de reter ilegalmente documentos confidenciais quando saiu da Casa Branca, mas a juíza não considerou o caso no mês passado.

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