Em uma visita histórica, nesta quarta-feira (1º), o presidente Donald Trump participou de uma audiência na Suprema Corte dos Estados Unidos sobre um caso que envolve o direito à cidadania para crianças filhas de estrangeiros que nascem em território americano. Pesquisas recentes mostram que existe um amplo consenso público em torno do conceito de cidadania por nascimento no país.
Em uma pesquisa da Universidade Quinnipiac, realizada em dezembro passado, 70% dos eleitores disseram acreditar que a Suprema Corte deveria manter a decisão de 1898, que garante a cidadania americana a qualquer pessoa nascida nos EUA, de acordo com a Constituição. Apenas 24% se opuseram à revogação dessa decisão.
Quase unanimemente, 96% dos eleitores democratas disseram que a decisão deveria ser mantida, assim como 75% dos eleitores independentes e 43% dos eleitores republicanos.Uma pesquisa realizada em novembro pela Faculdade de Direito de Marquette, que apresentou uma análise mais aprofundada do caso em análise pela Suprema Corte, também constatou amplo apoio à ideia de cidadania por nascimento.
A pesquisa de Marquette questionou como a Suprema Corte deveria se posicionar em relação ao argumento do governo de que a disposição da 14ª Emenda relativa à cidadania por nascimento “destinava-se a aplicar-se apenas a escravos recém-libertos após a Guerra Civil e não deveria se aplicar a filhos de não cidadãos nascidos nos Estados Unidos atualmente”. Uma maioria de 72% dos americanos afirmou que o Tribunal deveria considerar que a 14ª Emenda se aplica a todos os nascidos nos Estados Unidos, com 28% a favor de uma decisão que determine que a cidadania por nascimento não se aplica a quem nasce hoje de pais não cidadãos.
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Matéria original por Brazilianpress
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