

O caso aconteceu em San Luis Potosí e envolve Maya, uma vira-lata que foi encontrada ferida após sofrer um atropelamento. A amputação foi necessária devido a uma infecção grave, e o tratamento posterior incluiu cuidados contínuos por conta de um diagnóstico de diabetes.
Sem condições de adquirir uma prótese profissional, os tutores optaram por construir uma alternativa artesanal. O resultado permitiu que o animal recuperasse parte da mobilidade e ganhasse mais estabilidade para atividades diárias.
Resgate e diagnóstico
Maya vivia nas ruas do México após ter sido abandonada pelos antigos tutores. A cadela já era conhecida na vizinhança quando sofreu um atropelamento, o que agravou seu estado de saúde.
A mexicana Leticia Ortiz foi avisada por uma conhecida e decidiu levar o animal para atendimento veterinário. No local, foi identificada uma infecção severa em uma das patas traseiras.
A equipe médica indicou a amputação como medida necessária para evitar complicações mais graves. A família organizou uma arrecadação para custear o procedimento e acompanhou o processo de recuperação.
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Após a cirurgia, exames de rotina apontaram que Maya também é diabética. A condição exige aplicação diária de insulina e alimentação específica.
O tratamento tem custo elevado e demanda organização na rotina. A aplicação do medicamento precisa seguir horários definidos, além do controle alimentar com ração apropriada.
Segundo a família, a doença foi um dos motivos alegados pelos antigos tutores para o abandono. Desde então, os cuidados passaram a ser assumidos integralmente pelos novos responsáveis.
Construção da prótese artesanal
A ideia de desenvolver uma prótese surgiu da necessidade de melhorar o equilíbrio e reduzir a sobrecarga nas outras patas. Sem acesso a equipamentos especializados, a solução foi utilizar materiais disponíveis.
Para montar a prótese, a família usou uma garrafa de plástico cortada, que serviu como base, um pedaço de madeira, funcionando como haste e cintos para fixação no corpo do animal
Para aumentar o conforto, o dispositivo recebeu revestimento com tecido. A proposta era criar um suporte funcional, que ajudasse na locomoção sem causar desconforto.
Leticia explicou o processo em publicação nas redes sociais: “Meu marido e minha filha tentaram fazer uma prótese caseira. É uma questão de adaptação, mas já ajuda a outra perna e a coluna”.
Repercussão nas redes sociais
O vídeo que mostra Maya utilizando a prótese foi publicado no TikTok e alcançou mais de 2,3 milhões de visualizações. A publicação também soma milhares de curtidas e comentários.
Entre as mensagens, há ofertas de ajuda e sugestões de envio de próteses profissionais. Uma usuária comentou a possibilidade de intermediar a entrega de um equipamento vindo da Cidade do México.
Outros comentários destacam o esforço da família na adaptação do animal, além de manifestações de apoio ao cuidado com cães resgatados.
Adaptação e rotina de cuidados
A adaptação à prótese acontece de forma gradual. Imagens mostram que Maya já consegue caminhar com mais estabilidade durante passeios curtos.
A rotina inclui também o controle rigoroso da diabetes, com aplicação de insulina em horários fixos. Leticia acorda diariamente por volta das 4h para administrar o medicamento e organizar os cuidados do animal.
Para ajudar nos custos, a família vende guloseimas na região e mantém uma rede de apoio com doações.
Atualmente, a família cuida de dez cães resgatados. Doações seguem sendo recebidas para manter o tratamento de Maya, por meio do contato disponibilizado pelos tutores.
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