Desafio para imigração do Brasil: 9 corpos de africanos encontrados em barco

Autoridades de imigração brasileira investigam os nove corpos de imigrantes encontrados à deriva em um barco no litoral do Pará. A Polícia Federal aponta para que, provavelmente, sejam da Mauritânia e do Mali. O mistério continua Da Redação – O Brasil passa ser alvo de imigrantes africanos, em busca de oportunidades, fugindo da fome e

Autoridades de imigração brasileira investigam os nove corpos de imigrantes encontrados à deriva em um barco no litoral do Pará. A Polícia Federal aponta para que, provavelmente, sejam da Mauritânia e do Mali. O mistério continua

Da Redação – O Brasil passa ser alvo de imigrantes africanos, em busca de oportunidades, fugindo da fome e a da guerra. Um desafio para autoridades de imigração brasileira os nove cadáveres encontrados à deriva em um barco no litoral do Pará, provavelmente da Mauritânia e do Mali, diz a Polícia Federal. Oito corpos estavam dentro da embarcação e um nono corpo próximo a ela, em circunstâncias que sugeriam fazer parte do mesmo grupo de vítimas. Havia mutilações e por isso o número inicialmente apontado era maior.

Junto aos corpos, foram encontrados alguns documentos e objetos, apontando que as vítimas eram migrantes do continente africano, da região da Mauritânia e Mali. Entretanto, agentes da Polícia Federal não descartam a existência de pessoas de outras nacionalidades. Existe uma suspeita investigada que alguns imigrantes sejam do Caribe.

Pescadores do estado costeiro do Pará, no norte do Brasil, encontraram o barco à deriva no sábado (13), no oceano Atlântico. A Polícia Federal do Brasil informou em comunicado na noite de segunda-feira (15) que recuperou nove mortos no total.

O barco em forma de canoa branca e azul, com cerca de 12 metros é frequentemente usado por imigrantes e refugiados da África Ocidental que fogem para as Ilhas Canárias, na Espanha. Os barcos perdem o destino, diz a polícia, arrastados pelos ventos alísios do Atlântico e pelas correntes de leste a oeste, à deriva durante meses. Imigrantes a bordo muitas vezes morrem de desidratação e desnutrição.

A Polícia Federal brasileira afirma que continua trabalhando na identificação dos corpos e da causa da morte, tarefa difícil dado o avançado estado de decomposição em que foram encontrados.

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