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Durante uma coletiva em Orlando, o governador Ron DeSantis e o CFO da Flórida, Blaise Ingoglia, anunciaram a emissão de subpoenas (intimações) a funcionários do condado de Orange. Alegam que documentos importantes relacionados a programas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI) não foram devidamente disponibilizados na investigação conduzida pela equipe do Departamento de Eficiência Governamental (DOGE) do estado.
Ingoglia declarou ter motivos para acreditar que o condado teria algo a esconder, destacando a falta de transparência em fornecer todos os registros relacionados a esses programas. Em resposta, o prefeito de Orange County negou qualquer tentativa de ocultação e afirmou que os funcionários simplesmente recorreram a anotações durante entrevistas, sem controle previsto ou orientação externa.
O governador DeSantis reforçou que o processo de cooperação é mandatório e que, caso haja resistência, o CFO tem poder legal para requerer uma ordem judicial obrigatória. Ele destacou que esta ação faz parte de um esforço mais amplo de sua administração para responsabilizar governos locais — especialmente em regiões alinhadas à oposição.
O alvo da investigação inclui, entre outras coisas, contratos de DEI, uso de recursos públicos e possíveis práticas de gestão inadequadas. Essa medida intensificou o clima de atrito político entre o governo estadual e líderes municipais, especialmente em áreas consideradas politicamente divergentes, como Orlando.
A repercussão pública acentuou o debate sobre a interferência estadual em programas locais, levantando questionamentos sobre autonomia, prestação de contas e o controle sobre iniciativas sociais que muitas vezes refletem valores comunitários.
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