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Como é ser um cidadão do mundo?

Fonte: Canva Muitas pessoas se perguntam como é ser um cidadão do mundo. De fato tal conceito chama atenção e traz diversas dúvidas. Antes de efetivamente falar como é ser um cidadão do mundo é preciso entender o que esse conceito prega.  O mesmo tem várias definições/significações, mas por consenso implica em um indivíduo que não se restringe
como é ser um cidadão do mundo
como é ser um cidadão do mundo
Fonte: Canva

Muitas pessoas se perguntam como é ser um cidadão do mundo. De fato tal conceito chama atenção e traz diversas dúvidas. Antes de efetivamente falar como é ser um cidadão do mundo é preciso entender o que esse conceito prega. 

O mesmo tem várias definições/significações, mas por consenso implica em um indivíduo que não se restringe as limitações geopolíticas tradicionais que estamos acostumados.

O cidadão do mundo acredita que as divisões tradicionais não são eficazes ou eficientes e defende o conceito de cidadania global. Mas afinal, como é pensar assim? Como é ser um cidadão do mundo?

O cidadão do mundo também pode ser comumente mencionado como cosmopolita ou cidadão global e ele não se identifica como um membro de uma única nação, mas como de toda a humanidade e dessa forma, está comumente a conhecer novas localidades.

Se você pensa em ser um cidadão do mundo é preciso ter duas dimensões bem desenvolvidas. A primeira delas consiste na dimensão afetiva. A dimensão afetiva contempla perceber e ter capacidade para respeitar as diferenças culturais existentes.

A segunda dimensão consiste no pensamento crítico para pensar acerca das questões que envolve o país que você busca conhecer ou está conhecendo. Os problemas que o envolvem.

O pensamento crítico também acaba sendo um elemento fundamental para a liberdade consciente que a cidadania global envolve. Dessa forma essas são duas dimensões que são imprescindíveis para cidadãos do mundo.

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Como é ser um cidadão do mundo?

Uma característica forte que marca o cidadão do mundo é a vontade de conhecer o mundo. Isso porque veja bem, a partir do momento que tomamos conta da pluralidade do mundo em que vivemos, por que nos restringirmos a absorver, reproduzir e interagir com apenas uma única cultura?

A partir do momento que o cidadão do mundo começa a conhecer diferentes localidades, visto que as divisões geopolíticas tradicionais não fazem o menor sentido, mais lhe surge a vontade de conhecer outros lugares completamente alheios.

Ou seja, além das dimensões inicialmente citadas, as quais são importantíssimas, é crucial que o cidadão global tenha sede de conhecimento e tenha como ponto de partida o fato de que a sua cultura é apenas mais uma em um mundo plural/multicultural.

As fronteiras que separam as diferentes nações são imaginárias e por que se restringir a elas? Além disso, não é porque se nasceu em um determinado lugar que de fato esse é o melhor lugar do mundo.

Quando você permite conhecer novos locais sendo um cidadão do mundo, você percebe que permanecer a vida toda em um só lugar é como um tipo de prisão mental na qual você está totalmente restrito as determinações e regras daquele lugar.

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É possível perceber isso quando se olha para uma cultura totalmente diferente a qual se discorda dos costumes e hábitos, mas observa-se que aqueles indivíduos não possuem uma visão que os permitem muitas vezes enxergar além daquilo que possuem.

Ou seja, eles estão presos mentalmente aquela cultura e aqueles hábitos. E isso recai novamente no que acabou de ser posto. O lugar que você nasceu não é necessariamente o melhor lugar do mundo.

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