image

Brasileira com perfil no OnlyFans tem visto anulado nos EUA

Uma estudante que passou cerca de três meses nos Estados Unidos foi convidada a retornar ao Brasil antes do término previsto em seu visto, por vender conteúdos adultos on-line. A mulher acatou a notificação, sem entender o motivo do seu visto ser anulado. A brasileira procurou ajuda com o advogado Daniel Toledo, da área de

Uma estudante que passou cerca de três meses nos Estados Unidos foi convidada a retornar ao Brasil antes do término previsto em seu visto, por vender conteúdos adultos on-line. A mulher acatou a notificação, sem entender o motivo do seu visto ser anulado.

A brasileira procurou ajuda com o advogado Daniel Toledo, da área de Direito Internacional, já que realmente estava no exterior para estudar. Daniel conta que ao solicitar o FOIA (Freedom of Information Act) da imigrante, a razão da decisão veio à tona.

Daniel Toledo é nomeado professor honorário da Universidade Oxford

“Ela também vendia conteúdos adultos na plataforma OnlyFans e esse foi, justamente, o motivo da deportação. Esse tipo de atividade é considerada como trabalho pelo serviço de imigração americano, e isso é estritamente proibido para aqueles que contam com um visto estudantil”, relata o advogado.

Daniel explica, também, que atividades no meio digital podem ser uma armadilha para o imigrante: “Realizar qualquer atividade remunerada, mesmo que sejam bicos ou trabalhos no ambiente digital, pode ser considerado uma irregularidade por parte daqueles que solicitaram um visto para estudar no país norte-americano”.

Confira o link original do post

Todas as imagens são de autoria e responsabilidade do link acima. Acesse para mais detalhes

Veja também

Mães que transformam acolhimento em ação a força por trás da comunidade TEA Orlando

Fotos: Jackie Sales – Carla Patrícia Amorim Meirelles, Alice Fonteles Cartaxo, Roseli Martins Pereira e Claudia Oliveira, administradoras da comunidade TEA Orlando. Em meio à complexidade do Transtorno do Espectro Autista (TEA), há algo que brilha com força: o poder das conexões entre mães. A Comunidade TEA Orlando, formada por mais de 300 mães atípicas na região de Orlando, Flórida, é a prova viva de que o acolhimento pode se tornar movimento, rede de apoio e transformação social. Criada e conduzida por mulheres que vivenciam diariamente os desafios da maternidade atípica, a comunidade promove encontros, trocas sinceras, informações práticas e

Flórida em alerta por risco de contaminação em ovos líquidos

O Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar iniciou o recolhimento de cerca de 96.668 quilos de ovos líquidos “Egg Beaters” e “Bob Evans” na Flórida, devido a preocupações sobre contaminação química. Em meio ao aumento dos preços e à entrada clandestina de ovos do México, consumidores enfrentam mais um desafio

Mães que transformam acolhimento em ação a força por trás da comunidade TEA Orlando

Fotos: Jackie Sales – Carla Patrícia Amorim Meirelles, Alice Fonteles Cartaxo, Roseli Martins Pereira e Claudia Oliveira, administradoras da comunidade TEA Orlando. Em meio à complexidade do Transtorno do Espectro Autista (TEA), há algo que brilha com força: o poder das conexões entre mães. A Comunidade TEA Orlando, formada por mais de 300 mães atípicas na região de Orlando, Flórida, é a prova viva de que o acolhimento pode se tornar movimento, rede de apoio e transformação social. Criada e conduzida por mulheres que vivenciam diariamente os desafios da maternidade atípica, a comunidade promove encontros, trocas sinceras, informações práticas e

Flórida em alerta por risco de contaminação em ovos líquidos

O Serviço de Inspeção e Segurança Alimentar iniciou o recolhimento de cerca de 96.668 quilos de ovos líquidos “Egg Beaters” e “Bob Evans” na Flórida, devido a preocupações sobre contaminação química. Em meio ao aumento dos preços e à entrada clandestina de ovos do México, consumidores enfrentam mais um desafio