A informação foi confirmada pela família. Segundo a mãe dela, Sueli Vieira, Juliane já consegue se comunicar com parentes, embora o quadro ainda seja considerado delicado pelos médicos.
Juliane ficou gravemente ferida ao salvar a mãe e um primo de 4 anos durante o incêndio no prédio onde moravam, no centro da cidade. A advogada teve 63% do corpo queimado.
Estado de saúde da advogada
De acordo com a família, a evolução do quadro é vista como positiva. Após semanas em coma induzido, Juliane passou a apresentar sinais de consciência e resposta a estímulos.
A recuperação é acompanhada de perto pela equipe médica, já que as queimaduras atingiram grande parte do corpo. O tratamento segue com cautela, passo a passo.
Mesmo com a melhora, os médicos reforçam que o processo ainda é longo e exige cuidados constantes.
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Juliane está internada no Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Universitário de Londrina. A unidade é referência no atendimento a pacientes com queimaduras no Paraná.
Desde a transferência para Londrina, a advogada recebe acompanhamento especializado, com foco na recuperação clínica e na prevenção de infecções.
A internação já dura quase dois meses, período marcado por procedimentos intensivos e monitoramento diário.
Como aconteceu o incêndio
O incêndio ocorreu na manhã de 15 de outubro, em um apartamento no 13º andar, no cruzamento das ruas Riachuelo e Londrina, no bairro Country, em Cascavel.
Imagens que circularam nas redes sociais mostraram Juliane do lado de fora do prédio, pendurada em um suporte de ar-condicionado, tentando ajudar a família a sair do local.
No apartamento estavam a mãe dela, Sueli, de 51 anos, e o primo Pietro, de 4 anos. Após conseguir retirar os dois, Juliane foi resgatada pelo Corpo de Bombeiros.
Investigação da Polícia Civil
No fim de novembro, a Polícia Civil concluiu a investigação sobre o incêndio. O laudo apontou que o fogo não foi intencional e não há indícios de crime.
Segundo a perícia, as chamas começaram na cozinha do apartamento. Nesta segunda-feira (15), o incêndio completou dois meses.
O caso foi encerrado após a análise técnica do local e dos relatos colhidos durante a apuração.
Situação das outras vítimas
Sueli Vieira teve queimaduras no rosto e nas pernas, além de inalar fumaça e sofrer lesões nas vias respiratórias. Ela ficou 11 dias internada no Hospital São Lucas, em Cascavel, e depois recebeu alta.
Pietro foi transferido para Curitiba por causa da inalação de fumaça e queimaduras nas pernas e mãos. O menino ficou 16 dias internado e teve alta no fim de outubro.
Um bombeiro que participou do resgate sofreu queimaduras nos braços, nas mãos e em parte das costas, ficou internado e recebeu alta dias depois. Outro bombeiro teve queimaduras nas mãos e passou por atendimento médico.
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